terça-feira, 14 de junho de 2011

Exame de Ordem: novo provimento reduz de 100 para 80 número de questões

*Fonte: e-mail recebido do Conselho Federal da OAB.
                    Brasília, 13/06/2011 - O Pleno do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil aprovou hoje (13) provimento sobre o Exame de Ordem, reduzindo de 100 para 80 o número máximo de questões de múltipla escolha para a prova objetiva (primeira fase), sendo exigido o mínimo de 50% de acertos para habilitação à prova prático-profissional (segunda fase). A nova regra já valerá para a próximo Exame de Ordem. A sessão do Pleno foi conduzida pelo presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, e a expectativa é de que o provimento seja publicado amanhã (14) no Diário da Justiça.
                    O novo provimento, que reformulou o de número 136/2009, reafirma o Exame de Ordem nacionalmente unificado. Ele instituiu uma Coordenação Nacional de Exame de Ordem, constituída por representantes do Conselho Federal e dos Conselhos Seccionais da OAB. "A instituição dessa Coordenação permitirá à OAB maior entrosamento para dirimir problemas relativos ao encaminhamento e realização do Exame de Ordem, conforme observou o relator do processo sobre o provimento, o secretário-geral do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho.
                    O novo provimento institui também a possibilidade de inscrição e realização do Exame de Ordem por alunos do nono e décimo semestres dos cursos de Direito. A única condicionante, nesse caso, é que os alunos estejam cursando Direito em instituições de ensino credenciadas pelo MEC.

OAB dá acesso a Exame a bacharéis de cursos em fase de reconhecimento

*Fonte: e-mail recebido do Conselho Federal da OAB.
                    Brasília, 13/06/2011 - O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu hoje (13), ao responder consulta feita pela Seccional da OAB do Paraná, que a entidade deve conceder a inscrição em seus quadros a bacharéis de Direito que tenham sido aprovados no Exame da OAB e sejam oriundos de cursos ainda em processo de reconhecimento junto ao Ministério da Educação. A questão foi debatida hoje durante a sessão plenária da OAB, sob a condução do presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, e tendo como relator o conselheiro federal por Minas Gerais, Paulo Roberto de Gouvêa Medina.
                    Apesar de decidir pela concessão da inscrição, os conselheiros federais da entidade teceram críticas veementes às portarias do Ministério da Educação de números 40 e 608, ambas de 2007, que permitem a expedição e registro de diploma por parte de instituições de ensino que ainda se encontram em fase de reconhecimento dos cursos.
                    Na avaliação de Paulo Medina, ao permitir que as instituições de ensino emitam diplomas, mesmo que estas ainda estejam em busca de reconhecimento de cursos, o MEC promove um verdadeiro desrespeito à norma legal. "Isso porque se trata de reconhecimento não previsto no texto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Ao agir dessa forma, o MEC vem negligenciando os requisitos que são considerados imprescindíveis ao reconhecimento de qualquer curso", explica.
                    Diante disso, o Conselho Federal da OAB enviará ao ministro da Educação, Fernando Haddad, ofício para requerer que o MEC não mais permita a concessão de diplomas por instituições de ensino que ainda não tiveram seus cursos reconhecidos e que imprima maior celeridade na análise dos processos de reconhecimento.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

OAB/MG realiza um Ato de Desagravo por procuradores em Varginha

*Fonte: OAB/MG.
                    Será realizado nesta segunda-feira (13/06), na Câmara Municipal de Varginha, um Ato de Desagravo em favor dos procuradores do município, que foram violados em suas prerrogativas.
                    O presidente da OAB/MG, Luís Cláudio Chaves, dirigirá os trabalhos, atendendo ao pedido dos procuradores do município. Ele teve conhecimento do caso através da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativa da Seccional mineira que foi procurada pela Subseção de Varginha que recebeu a solicitação da Associação dos Procuradores do município.
                    Durante sua fala na tribuna, Luís Cláudio irá esclarecer aos presentes a legalidade das atividades da classe dos procuradores e dos honorários de sucumbência.

Exame de Ordem

carlosrafaelferreira
Presidente passa a integrar a Coordenação Nacional do no Conselho Federal da .
Cezar Britto
by carlosraffer

sábado, 11 de junho de 2011

Presidente da OAB/MG visita Caxambu

*Fonte: com informações da OAB/MG.
                    Nesta quinta-feira (09/06) o presidente da OAB/MG, Luís Cláudio Chaves, visitou cidades do Sul do estado. Na pauta de discussões, o presidente reuniu-se com autoridades das subseções para tratar de assuntos administrativos e institucionais das comarcas. 
                    O presidente Luís Cláudio Chaves visitou as cidades de Cambuquira, Conceição do Rio Verde, Cruzília e Baependi, finalizando as viagens em Caxambu e Campanha, na companhia do Conselheiro Estadual Efetivo Vicente Lima Loredo e do Delegado Estadual de Prerrogativas Carlos Rafael Ferreira.
                    Na manhã desta sexta-feira, 10/06, continuou com o roteiro, seguindo para Pouso Alegre, onde será realizada mais uma edição do evento “Presidente Presente”, na Casa do Advogado. Pela noite, também em Pouso Alegre, Luís Cláudio ministra palestra sobre “Últimas Alterações do Direito de Família”, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Pouso Alegre (CIPA). Na ocasião, também acontecerá o lançamento do livro “Função Social do Contrato”, do diretor secretário da Escola Superior de Advocacia, Leonardo de Faria Beraldo, que também ministra palestra sobre o assunto.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ophir Cavalcante participará da abertura da XIV Conferência dos Advogados de MG

*Fonte: OAB/MG.
                    O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante Junior, enviou ofício ao presidente da Seccional da OAB de Minas Gerais, Luís Claudio Chaves, para confirmar sua participação na solenidade de abertura solene da XIV Conferência Estadual dos Advogados de Minas Gerais. O evento será aberto na próxima quinta-feira (16), a partir das 19h30, na cidade mineira de Araxá.
*com ASCOM OAB Federal

Marcus Vinicius participa de debate sobre Exame de Ordem na OAB-PI

*Fonte: e-mail recebido do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
                    Teresina (PI), 09/06/2011 - O secretário-geral do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho, irá participar hoje (09), na sede da OAB do Piaui (OAB-PI), de debate sobre o Exame de Ordem. O presidente da Seccional, Sigifroi Moreno, destacou a importância do debate. "É um tema moderno, que precisa ser aprimorado. É imprescindível trazer à pauta o Exame, que atinge uma esfera considerável da sociedade". O evento irá reunir estudantes, professores, bacharéis, advogados e instituições de ensino que oferecem graduação em Direito.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ophir: governo Dilma decidiu promover um tsunami na educação jurídica

*Fonte: e-mail recebido do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
                    Brasília, 07/06/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, fez hoje (07) duras críticas ao Ministério da Educação por autorizar a abertura de mais 32 novos cursos de Direito no país, perfazendo um total aproximado de mais quatro mil vagas na área jurídica. "Lamentavelmente, por pressão política, o governo Dilma decidiu promover um verdadeiro tsunami na educação jurídica", afirmou Ophir. Segundo ele, "os critérios técnicos infelizmente não estão mais prevalecendo nas avaliações. A pressão política é tão grande que o MEC vem cedendo e autorizando a abertura de mais cursos no país".
                    Sobre o fechamento de onze mil vagas nos cursos de Direito, anunciada com muita ênfase pelo MEC na semana passada, Ophir Cavalcante lembrou que, ao reduzir as vagas nos cursos de Direito de forma temporária, o governo "joga para a platéia" pois, provavelmente com o tempo e a pressão política, essas onze mil vagas serão devolvidas a esses cursos até porque o MEC terá lhes dado tempo para suprir as deficiências constatadas pela fiscalização.

domingo, 5 de junho de 2011

Supremo decide que Exame de Ordem é obrigatório para inscrição na OAB

*Fonte: regiaonoroeste.com.
                    No final do ano passado, o Tribunal Regional Federal de Pernambuco havia concedido liminar a dois bacharéis em Direito obrigando a OAB a inscrevê-los como advogados, mesmo tendo sido reprovados no exame de Ordem, sob alegação de inconstitucionalidade do Exame.
                    A Ordem dos Advogados do Brasil se posicionou contra a liminar e o caso chegou ao Supremo por decisão do presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, que enviou à Suprema Corte o pedido feito pelo Conselho Federal da OAB contra a decisão que beneficiou os bacharéis.
                    Nesta semana o Supremo Tribunal Federal manteve a decisão do presidente da Corte, ministro Cezar Peluso, que no final do ano passado derrubou a liminar que permitiu a inscrição dos bacharéis na seção cearense da Ordem sem a realização do exame da OAB.
                    O ministro levou em conta o efeito multiplicador da liminar suspensa diante da evidente possibilidade de surgirem pedidos no mesmo sentido.
                    O exame da Ordem é um mecanismo que foi criado na década de 1970 diante do rebaixamento da qualidade do ensino jurídico no Brasil.
                    Segundo o presidente da OAB SP Luiz Flávio Borges D’Urso, “a OAB tem uma posição fechada em defesa do exame de Ordem em todo o Brasil. Esta avaliação é de suma importância para quem ingressa no mercado para atuar como advogado, para cuidar do patrimônio, da honra, da liberdade e da vida do cidadão, precisa ter uma qualificação mínima desejável para bem atender essa confiança que lhe é depositada”.
                    Para Henri Dias, presidente da OAB Fernandópolis, “o alto índice de reprovação nos exames são a prova de que a obrigatoriedade do Exame é necessária e indispensável para selecionar aqueles que estão em condição de exercer a advocacia”.
                    “A advocacia exige mais do que bacharéis formados, é preciso estar preparado. Daí, a necessidade do Exame de Ordem, que não é difícil, mas é criterioso”, completa D’Urso.

Para OAB, mais vagas deveriam ser extintas

*Fonte: ilustrado.com.br.
                    São Paulo (Folhapress) - O encerramento de 10.912 vagas em cursos de direito foi pouco, segundo o vice-presidente da Comissão Nacional de Exame de Ordem da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Edson Bortolai. Na opinião dele, o MEC (Ministério da Educação) deveria realizar com frequência o fechamento de vagas, para melhorar a qualidade dos profissionais formados.
Anteontem, o ministério publicou no "Diário Oficial da União" uma lista de 136 instituições que terão vagas cortadas nos cursos de direito já no próximo processo seletivo por terem desempenho ruim em avaliação feita pelo órgão.
                    Eles tiveram 1 e 2, em escala de 1 a 5, no CPC (conceito preliminar de curso), que leva em conta indicadores como a nota dos alunos no Enade, a titulação dos professores e a opinião dos alunos a respeito da infraestrutura e da organização didática. "Esse fechamento deveria ser mais hostil. Tem muita universidade de direito caça-níquel, que está enganando o aluno. A mensalidade é barata porque os professores recebem pouco e são mal preparados", afirma Bortolai.
Para ele, a má qualidade se reflete nos índices de reprovação dos Exames da Ordem -no último, 80% dos inscritos não passaram. O MEC disse que desde 2007 já fechou 20 mil vagas, além das 10.912 recentes.
Cerca de 20% das vagas perdidas ontem foram em oito faculdades particulares da cidade de São Paulo. Estácio Uniradial afirma que a decisão poderá ser revertida. São Marcos diz que apura os motivos da nota. São Francisco e Mogi das Cruzes dizem passar por reestruturação. FMU, Uniban, Unicapit e Anhembi Morumbi não se pronunciaram até o começo da noite de ontem.

"Desagravo Público" e "Atuação das Prerrogativas" foram os temas do Terça com Leis na ESA

*Fonte: OAB/MG.
                    O projeto Terça com Leis, realizado pela Escola Superior de Advocacia (ESA/MG), reuniu na noite da última terça-feira (31/05), quatro palestrantes para tratar de um tema de relevância para os profissionais do Direito e para a OAB/MG “O Estatuto da Advocacia – Lei 8906/94”, que trata das prerrogativas dos advogados.
                    O diretor-geral da (ESA/MG), Antônio Marcos Nohmi, defendeu a busca de soluções eficazes para os conflitos, com temperança e união. “Precisamos nos organizar e ter encaminhamentos administrativos uniformes, disse. O diretor-tesoureiro da ESA, Wanderlei Godoi, destacou a importância da reunião para o aprimoramento da defesa das prerrogativas dos advogados mineiros.
                    O advogado e delegado de Prerrogativas da OAB/MG, Lucas Cadete Zallio, falou sobre “Parecer em Desagravo Público”, informando que todos os inscritos na Ordem, sejam advogados, estagiários e sociedades de advogados têm o direito de ser assistidos na defesa de suas prerrogativas. Mas alertou que é preciso que a ofensa tenha sido no exercício da advocacia.
                    Em seguida, o advogado e ex-presidente da Comissão de Defesa e Apoio às Prerrogativas da OAB/MG, Edimar Reis, falou sobre “Atuação das Prerrogativas”. Ele explicou como atua a comissão, exemplificando com vários exemplos de arbitrariedades cometidos contra os advogados e as atuações realizadas na defesa, na capital e interior.
                    O terceiro palestrante foi o diretor-geral da ESA, Antônio Marcos Nohmi, que abordou a atuação das prerrogativas na Magistratura, no Ministério Público e nas Polícias. Ele defendeu a tese de que para se ter direito é preciso cumprir os deveres. Pediu aos advogados responsabilidade no exercício profissional para valorizar a profissão e recomendou traquilidade nos conflitos e atuar com regras claras, afirmando que os maiores problemas na magistratura são de ordem administrativa. “Mais do que críticas, precisamos apresentar soluções eficazes”.
                    Ele defendeu uma atuação organizada, unida, divulgando os maus profissionais (juízes e promotores) sem generalizar.
                    A defensora pública do Estado de Minas Gerais e advogada criminalista, Silvana Lourenço, falou de sua experiência atuando na Comissão da OAB/MG e defendeu uma ação mais eficaz em defesa das prerrogativas, uma ação inclusive de Dano Moral, quando for o caso, não contra o juiz, mas contra o ato do juiz. Disse que no interior os problemas são muito mais sérios, porque existe apenas um juiz ou no máximo três e isso traz problemas sérios para os advogados, podendo influir até na sua relação com os clientes. Então “é preciso uma atuação mais enfática da comissão”, afirmou.

sábado, 4 de junho de 2011

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Exame de Ordem Questões Comentadas - Promoção Relâmpago!!!


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Prefácio do Presidente da OAB/MG.

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OAB reduz questões no exame e dá aval para aluno fazer prova

*Fonte: cidadeverde.com.
Na reunião em Belo Horizonte foi definido o cronograma do novo teste para os bacharéis e estudantes.
                    Os 27 presidentes das Ordens dos Advogados do Brasil (OAB) decidiram na noite desta sexta-feira (3) que o Exame da Ordem deste ano sofrerá mudanças. Uma das principais é a redução de perguntas objetivas e subjetivas, passando de 100 questões para 80.
                    Os presidentes das OABs mantiveram também o direito do estudante de realizar o Exame de Ordem ainda no 9º ou 10º período do curso de Direito. Atualmente, é exigido que o candidato seja formado no curso.
                    Na reunião foi definido o cronograma do novo teste para os bacharéis e estudantes. As inscrições vão ocorrer de 8 a 25 de junho, as provas objetivas no dia 17 de julho e a aplicação das questões discursivas será no dia 21 de agosto.
                    Outra exigência aprovada é que o exame terá questões de Direitos Humanos.
                    A reunião do Colégio de Presidentes das OABs ocorre em Belo Horizonte.

Caso Palocci

*Fonte: cidadeverde.com.
                    Em Belo Horizonte, o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalvanti, afirmou que o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, deveria apresentar explicações sobre seu súbito enriquecimento em entrevista à imprensa nacional. Pela manhã, ao participar de um encontro das seccionais da Ordem em um hotel de Belo Horizonte, Cavalcanti avaliou que a iniciativa do ministro "demorou".
                    "Evidente que demorou, evidente que continua demorando. É necessário não só a explicação em rede nacional, é necessário que a imprensa nacional, em entrevista coletiva, possa indagar alguns aspectos ao ministro a fim de que se esclareça de uma forma bem ampla essa questão", disse o presidente da OAB.

Exame de Ordem: últimas notícias



Gisela Gondin Ramos

Omar Coêlho
by carlosraffer
Gisela Gondin Ramos
by carlosraffer
Omar Coêlho
by carlosraffer
Gisela Gondin Ramos
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Henrique Tibúrcio
by carlosraffer
Luiz Flávio Gomes
by carlosraffer

Exame de Ordem: primeiras informações



Valdetario Monteiro
by carlosraffer
Gisela Gondin Ramos
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Abertura do Colégio de Presidentes ressalta papel da OAB na defesa do Estado Democrático de Direito

*Fonte: OAB/MG.
                    O Colégio de Presidentes de Seccionais da OAB foi aberto na noite desta quinta-feira, dia 2 de junho, em Belo Horizonte. A Seccional mineira está sediando o evento, que continua durante toda sexta-feira, para tratar de questões relacionadas à defesa das prerrogativas dos advogados e da Constituição.
                    Em seu discurso de abertura, o presidente da OAB/MG, Luís Cláudio Chaves, agradeceu a presença de todos os 27 presidentes de Seccionais do país, além dos Conselheiros e presidentes de Subseções.
                    Luís Cláudio ressaltou a postura coesa de toda a diretoria da OAB, que vem atuando para salvaguardar os direitos dos advogados em exercer a profissão com dignidade e respeito.
                    “A atuação pela defesa das prerrogativas, fortalecendo o advogado e respeitando a autonomia das instituições é a base de nosso trabalho”, afirmou Luís Cláudio.
                    O coordenador do Colégio de Presidentes, Omar Coelho de Mello, exaltou o fato do evento estar sendo realizado em Minas Gerais, “na terra que planta a liberdade e semeia a democracia”. Segundo ele, a OAB vem lutando para que o país recupere a moral.
                    “Nada melhor do que discutir essas questões em Minas Gerais, no berço da liberdade”, concluiu.
                    Já o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, anunciou em seu discurso as estatísticas que revelam o cumprimento do papel histórico e constitucional da entidade na defesa das instituições e do estado democrático de direito: desde fevereiro de 2010, a OAB ajuizou junto ao Supremo Tribunal Federal uma Ação Direta de Constitucionalidade (em relação à aplicabilidade da Lei Ficha Limpa) e um total de 26 Ações Diretas de Inconstitucionalidade (Adins), entre elas as que contestam o recebimento de pensões por onze ex-governadores brasileiros.
                    "Isso só foi e está sendo possível porque temos unidade de pensamento e de propósitos. Trabalhamos, todos nós, de forma voluntária acreditando que podemos, sim, dar conteúdo social à democracia política que vivemos, tornando efetivo o sonho do inconfidente mineiro", afirmou Ophir Cavalcante, dirigindo-se aos dirigentes das 27 Seccionais da OAB presentes à abertura do Colégio, bem como a autoridades locais e advogados.
                    Além da robusta atuação junto ao STF - perfazendo um total de duas Adins por mês -, o presidente da OAB enalteceu em seu discurso a batalha da entidade travada diariamente no Congresso Nacional em defesa do Exame de Ordem e em garantia das prerrogativas profissionais e direitos dos advogados. Ele citou a aprovação do projeto de lei 83/2008 na CCJ da Câmara, que introduziu modificações à Lei de Abuso de Autoridade (Lei nº 4898/65) e ampliou a pena a ser imposta às autoridades que desrespeitarem essas prerrogativas.
                    Ainda nessa linha, Ophir destacou o lançamento da Caravana de Defesa das Prerrogativas com o objetivo de ouvir, em todos os Estados, os anseios e preocupações da advocacia dos Estados com relação a casos de violação das prerrogativas.
                    O presidente da OAB concluiu seu discurso tecendo críticas à chamada PEC dos Recursos, ressaltando que ela esconde as verdadeiras causas da morosidade do Judiciário quando se foca no abuso do instituto recursal por parte de escritórios de advocacia, e criticou a ausência de ações sociais públicas efetivas a garantir a paz no campo, o que tem impulsionado as estatísticas de assassinatos de ambientalistas na região amazônica.
                    Participaram, ainda, da cerimônia de abertura do Colégio de Presidentes de Seccionais o vice-presidente Alberto de Paula Machado; o secretário-geral Marcus Vinicius Furtado Coêlho; a secretária-geral adjunta Márcia Regina Melaré e o diretor-tesoureiro Miguel Ângelo Cançado, além dos 27 presidentes de Seccionais da OAB.

Veja o discurso do Presidente Ophir Cavalcante

*Fonte: OAB/MG.
Clique no link abaixo e leia na íntegra o discurso do Presidente da OAB, Ophir Cavalcante:

OAB/MG comemora redução de vagas em cursos de Direito

*Fonte: Ordem dos Advogados do Brasil / Seção de Minas Gerais.
                    O Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), determinou a redução de 10.912 vagas de ingresso de estudantes em 136 cursos de direito que apresentaram resultado insatisfatório no conceito preliminar de curso - o índice considera, além do desempenho dos estudantes, o corpo docente, a infraestrutura e os recursos didático-pedagógicos, entre outros itens.
                    A decisão foi publicada nesta quinta-feira (2) no “Diário Oficial da União”. Somente em Minas Gerais 20 cursos foram reduzidos, totalizando o fechamento de 1.314 vagas.
                    A redução das vagas atingiu cursos que tiveram notas 1 ou 2 na avaliação que vai até 5 e abrange cursos submetidos ao Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) em 2009.
                    A Ordem dos Advogados do Brasil Seção Minas Gerais considerou positiva a determinação do MEC em reduzir o número de vagas dos cursos de Direito que tiveram avaliação insatisfatória.
                    “A OAB comemora a redução de alguns cursos que não estão preparados”, ressalta o presidente da Seccional mineira, Luís Cláudio Chaves.
                    As instituições terão 30 dias para apresentar defesa à secretaria.
                    Ao mesmo tempo, o MEC autorizou a criação de outros 32 novos cursos de direito, totalizando 4.200 novas vagas. De acordo com o último Censo da Educação Superior, mais de 650 mil estudantes estão matriculados em mais de 1 mil cursos de direito registrados no MEC. *Com informações do G1

Download: Estatuto da Advocacia e da OAB

*Fonte: OAB/CE.
                    Faça o download do Estatuto da Advocacia e da OAB, oferecido pela Ordem dos Advogados do Brasil / Seção do Ceará, clicando no link abaixo:

(OAB/MG) Pela Ordem: Minas Gerais sedia Colégio de Presidentes da OAB

OAB/MG sedia o Colégio de Presidentes da Ordem

*Fonte: OAB/MG.
                    Minas Gerais, mais precisamente a cidade de Belo Horizonte, recebe de 2 a 4 de junho os principais representantes da OAB em todo o país. Nesses dias acontece o Colégio de Presidentes da OAB – um dos mais importantes eventos da advocacia brasileira.
                    Estarão reunidos na capital mineira os 27 presidentes de seccionais, além de toda a diretoria da OAB federal. Como anfitriã deste grande evento, está a diretoria da Seccional mineira da OAB, representada pelo presidente, Luís Cláudio Chaves e pelos diretores Eliseu Marques de Oliveira (vice-presidente), Sérgio Murilo Diniz Braga (secretário-geral), Antônio Fabrício de Matos Gonçalves (tesoureiro) e Helena Delamonica (secretária-geral-adjunta).
                    O Colégio será conduzido por seu coordenador, o presidente da Seccional da OAB de Alagoas, Omar Coêlho de Mello, com a presença do presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante Júnior, e da diretoria do Conselho Federal da OAB, composta pelos membros Alberto de Paula Machado, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, Márcia Regina Machado Melare e Miguel Ângelo Sampaio Cançado.
                    A programação do encontro tem como foco principal a definição dos rumos, estratégias e políticas a serem adotadas de maneira uniforme pela entidade no âmbito nacional, além de debater assuntos de interesse geral dos advogados e da sociedade.
                    Entre os temas da pauta, um dos destaques é o Exame de Ordem. A intenção é aperfeiçoar o modelo atual da prova, que é unificado no País, buscando soluções que atendam a todos os Estados. Outro assunto a ser abordado é o cadastro nacional dos advogados. A ideia é uniformizar o atendimento nos tribunais a partir do uso da informatização. Também serão discutidas questões internas das seccionais e maneiras de otimizar os processos da Ordem.
                    A abertura do Colégio de Presidentes será na quinta-feira, dia 2 de junho, às 20h, no Hotel Ouro Minas, com uma cerimônia solene. No dia 3 de junho, a reunião acontece das 9h às 18h, finalizando com a leitura da carta produzida com as deliberações do Colégio.
                    A deliberação dos representantes dos advogados nos Estados resulta na formulação de propostas e sugestões e no desempenho do papel de instância consultiva do Conselho Federal, de acordo com demandas apresentadas pelos profissionais do Direito ou pela sociedade.
                    O presidente da Seccional de Minas Gerais, Luís Cláudio Chaves, destaca que a realização do evento no estado é algo que merece ser enaltecido. “É uma honra para nós da OAB de Minas sediar um evento de tamanha importância como o Colégio de Presidentes. Nossa expectativa é de promover um debate importante, cujo principal objetivo é levantar soluções para as grandes demandas da advocacia”, afirma.
                    Ao final da reunião será elaborada uma carta com uma síntese do que foi deliberado em prol de melhorias para a advocacia e para a cidadania como um todo. Essas diretrizes irão compor as discussões a serem levadas para a 21ª Conferência Nacional dos Advogados, a ser realizada em Curitiba no mês de novembro.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Enquete: Ordem dos Advogados do Brasil / Seção do Ceará

*Fonte: OAB/CE.
"Advogado, na sua opiniao o Exame de Ordem deve conter mais questoes sobre Prerrogativas Profissionais?"

Participe da enquete promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil / Seção do Ceará. Basta acessar o link abaixo e responder:
http://www.oabce.org.br/

OAB: corte de 11 mil vagas nos cursos de Direito é preocupação com qualidade

*Fonte: Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
                    Brasília, 02/06/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, avaliou hoje (02) como "muito positiva" a decisão do Ministério da Educação (MEC) de cortar 11 mil vagas do bacharelado em Direito de 136 cursos de má qualidade de instituições privadas em todo o País. Para ele, decisões como esta refletem um compromisso maior com o ensino nesse País e com a sociedade brasileira, que é a grande destinatária dos serviços que vão ser prestados por aqueles que se formam nas faculdades de Direito. "A partir do momento em que o MEC começa a corrigir essas distorções históricas, começa a exigir das faculdades de Direito qualidade, sobretudo nas faculdades particulares, certamente nós vamos evoluir melhor e construir efetivamente um bom ensino jurídico no País", afirmou.
                    Lembrando que o Brasil é o país que mais possui faculdades de Direito no mundo (mais de 1.200) proporcionalmente à sua população, Ophir salientou que é fundamental uma política nacional voltada para essa área e tendo como objetivo principal a qualidade. "Os cursos de Direito, no Brasil, tiveram uma expansão desenfreada nos últimos anos e isso é algo que assusta, porque a qualidade do ensino está cada vez mais deficiente", disse. "Portanto, é fundamental que o Estado brasileiro exerça o seu papel de grande fiscal do ensino neste País".
                    Ophir afirmou que a OAB continuará também na luta por um ensino jurídico de melhor qualidade. Por isso, destacou, a entidade defende que haja um corte linear nas vagas, no Brasil inteiro - são mais de 650 mil vagas do primeiro ao quinto ano de Direito - e que o MEC e o Conselho Nacional de Educação sejam mais rigorosos na aprovação de abertura ou expansão desses cursos. "É muita vaga nos cursos de Direito, e o fato é que os vestibulares não têm mais a mesma exigência que havia anos atrás".
                    De acordo com o presidente nacional da OAB, a entidade dispõe de levantamentos que mostram que as faculdades privadas, principalmente, têm um péssimo ensino jurídico, a partir da promoção do Exame de Ordem. "As 20 piores faculdades, em termos de resultados no Exame de Ordem, têm um índice de aprovação entre 5% e 10%. Então, a Ordem vai continuar a sua luta incessante, a sua fiscalização intransigente no sentido de se ter cursos de Direito de qualidade no Brasil", avisou.

Diário Oficial da União

*Fonte: Folha.
Clique no link abaixo e confira a publicação:

quarta-feira, 1 de junho de 2011

STF cassa liminar que garantiu duas inscrições na OAB sem Exame de Ordem

                    O Supremo Tribunal Federal manteve nesta quarta-feira (1º) decisão do presidente da Corte, ministro Cezar Peluso, que no final do ano passado derrubou liminar que permitiu a inscrição de dois bacharéis em direito na seção cearense da OAB sem a realização do Exame de Ordem.
                    O ministro levou em conta o efeito multiplicador da liminar suspensa diante da evidente possibilidade de surgirem pedidos no mesmo sentido. “É notório o alto índice de reprovação nos exames realizados pelas seccionais da OAB, noticiado de forma recorrente pelos órgãos da imprensa. Nesses termos, todos os bacharéis que não lograram bom sucesso nas últimas provas serão potenciais autores de futuras ações para obter o mesmo provimento judicial”, ressaltou o presidente na decisão datada de 31 de dezembro de 2010.
                    O caso chegou ao Supremo por decisão do presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, que enviou à Suprema Corte o pedido feito pelo Conselho Federal da OAB contra a liminar que beneficiou os bacharéis, concedida por desembargador do TRF da 5ª Região, sediado em Recife (PE). No Supremo, o caso foi autuado como uma suspensão de segurança, processo que é de competência da Presidência do STF.
                    Os bacharéis, por sua vez, decidiram recorrer da decisão do ministro Cezar Peluso. Para tanto, apresentaram um agravo regimental, com o objetivo de levar a matéria para análise do Plenário da Corte. O entendimento dos ministros nesta tarde foi unânime no sentido de manter a decisão que cassou as inscrições.

Comitiva pede a Ophir inclusão de Direito Militar no Exame de Ordem

*Fonte: Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
                    Brasília, 01/06/2011 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, recebeu hoje (01) em seu gabinete uma comitiva de juristas especializados em Direito Militar que pleiteou à entidade a inclusão de questões relativas a essa matéria nas provas do Exame de Ordem, aplicado pela OAB aos bacharéis que pretendem exercer a advocacia. Na ocasião, a comitiva - tendo à frente os presidentes das Comissões de Direito Constitucional e de Direito Militar da OAB de São Paulo, respectivamente, Dircêo Torrecillas Ramos e Evandro Fabiani Capano -, entregou a Ophir um exemplar do livro "Direito Militar - Doutrina e Aplicações", juntamente com uma carta do presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D'Urso, reforçando a solicitação de inclusão do Direito Militar como tema do Exame de Ordem e das grades curriculares das faculdades de Direito. Participou também da comissão a ministra do Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Teixeira Rocha, que apóia o pleito.
                    O presidente nacional da OAB declarou sua simpatia diante do pedido apresentado pelos advogados e professores de Direito Militar, informando que encaminhará a questão à análise das Comissões de Exame de Ordem e de Ensino Jurídico do Conselho Federal da OAB. Ophir salientou ainda que a entidade é sensível à importância do Direito Militar, matéria que ficou "estigmatizada" pela ditadura militar e cujo ensino é hoje optativo nas faculdades. O consenso na reunião foi de que as faculdades passarão a contemplar essa disciplina em suas grades, caso ela seja incluída entre as questões do Exame de Ordem.

Caros alunos, parceiros, professores, funcionários e amigos (amigas) da Rede LFG:

*Fonte: LFG.
                    Alguns professores que ministram aulas nos nossos cursos OAB estão manifestando a intenção de nos deixar. Nós não encerramos o processo de entendimento com eles e continuamos abertos ao diálogo, até porque, por razões contratuais, nenhum professor (que deixar a nossa Rede) pode ministrar aulas em qualquer outro curso do país pelo prazo de sessenta dias.
                    De qualquer forma, sendo nosso corpo docente o mais renomado e especializado do país, em razão do absoluto comprometimento com a qualidade de ensino, é certo que serão reforçados nossos cursos preparatórios da OAB. Seguimos com nosso propósito de orientar nossos alunos para alcançarem seus sonhos. Avante!

Luiz Flávio Gomes
Presidente da Rede de Ensino LFG